Redes sociais: conectados ou autistas virtuais?
Nada contra o Facebook, - apesar de achar o Twitter mais objetivo - inclusive preciso de ambos para divulgar meu
trabalho.
Tenho leitores sérios, pessoas de bem, gente engraçada; amigos,
parentes e familiares na rede, como todo mundo, mas prefiro curtir a minha
fan page: é onde estão as pessoas que gostam do meu trabalho, é onde estão as
pessoas cujo trabalho eu curto!
Não me considero melhor nem pior a
ninguém, mas a cada dia que passa, eu vejo mais pessoas se vangloriando ou reclamando
da vida no face e isso tudo me irrita, e olha eu não estou só falando de
política, religião, futebol não! falo de gente que reclama da própria vida, da
conduta alheia do insucesso, da sociedade, dos inimigos; pessoas que se sentem
vigiada (oi?), perseguida, injustiçada, invejada!
Às vezes acho que o Facebook é o
lugar onde vivem as pessoas que são as maiores causadoras de inveja do mundo! É
tal de: “ fulano disse isso porque está com inveja”, “sicrano é recalcado”,
“beltrano não suporta minha luz”, “sua inveja é o meu sucesso”. Como se inveja
fosse um troféu maravilhoso ou um bom sentimento a ser cultivado.
Tanto tempo na frente do computador
gastando energia no facebook, comentando assuntos desnecessários,
compartilhando coisas mais desnecessárias ainda, expondo suas fraquezas
disfarçadas de possíveis conquistas e depois não sabe de onde vem o insucesso.
Passam o dia jogando indiretas e
criticando a conduta alheia. Eu acho difícil acreditar que a própria casa
está em ordem, o banheiro está lavado, as roupas no varal e a pia limpa, por
falar nisso é hora do almoço, aproveitando essa pausa, vou lavar meu banheiro, porque
ele não fará isso sozinho.

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