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Mostrando postagens de fevereiro, 2014

Se amar é: a capacidade que se tem de dormir e acordar sozinho e não se lamentar por isso, e ser feliz.

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Meu amor voltou pra mim... Ele veio como num encanto. Arrebentando as prisões, colocando pra fora meu canto, enxugando meu pranto. O amor voltou pra mim? O que é verdadeiro sempre volta... Não?   Não!! O que é verdadeiro não vai. O que é verdadeiro, permanece... Outras ideologias são só desculpas que servem com medidas paliativas para justificar a incapacidade de amar, ou de ser fazer amado, com diálogos sem nexos dizendo: “ O destino quis assim, Deus quis assim, um karma, coisas de vidas passadas, casos mau resolvidos, etc” . Não chame de destino as consequência de suas próprias escolhas. Um amor, é um amor, uma paixão é uma paixão, química é uma coisa boa, mas não tem nada a ver com paixão ou amor, romance é romance, pegação e pegação e por ai vai... Creio que tudo, ou todos os sentimentos e emoções estão ai para serem vividos e para uma aprender a administrar sua história sem piração ou frustração. As vezes entro em cris...

Escrever é brincar de ser Deus...

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NÃO SEI BEM SE TENHO SEXO QUANDO ESCREVO... Sou o homem da história, sou a mulher também, sou a avó que inventei, a melhor amiga do personagem central. Eu sou a pior inimiga dela. Se estou  construindo   um livro infantil , sou a que narra e a criança que escuta, sou o monstro do Arranhão: sou o amiguinho, sou a fada, a bruxa, o boi da cara preta, sou o dono da barraca da feira... Não sei bem onde estou quando escrevo: voando como uma ave sobre o cenário (eu preciso voar) e ao mesmo tempo perto a ponto de ouvir o descompassar do coração de um personagem; tão perto, mas tão perto que ele deixa de ser ele, e passa a ser eu, e eu, não sei onde estou, porque eu não sou eu; sou ele... Eu só faço sentido quando escrevo.  Quando escrevo: eu rio do que escrevo, choro, sinto angustia, medo, tesão, amor, ódio, pena... Entendi porque nasci escritora, sim nasci escritora!  Mas só depois dos 30 anos, pude entender que escrever era o que poderia me fa...

Quando te vejo...

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Quando te vejo, por pouco não me perco. Quase fico cega, fico meio sem rumo, tonta sem prumo, sem freio! Não posso dizer. Não posso fazer Tenho que me aquietar... Tenho que me aguentar. Não tenho medo, mas me sinto assustada Taquicárdica, descompassada... Quando te ouço falar perco o sentido; temo perder o juízo! Se te pego me olhando, me trovando, cantando, respirando e me encantando... Não resisto, enlouqueço, te provoco e digo o que quero. O que quero é te abraçar, te apertar...  E se pego as curvas do seu coração derrapando só um pouco... Provoco-lhe mais. Adriana Rocha